quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Vida e Literatura

Apenas um experimento. Insônia e dor no joelho dão nisso, mais o vinho que ao invés de dar letargia, deu ânimo.
Por Quem os Sinos Dobram? Não há Nada de Novo no Front! O jeito é aguardar, porque O Sol Também se Levanta, e Paris é uma Festa!

De Boêmios Errantes morando na Rua das Ilusões Perdidas, fico a lembrar Como Era Verde o meu Vale.

Crime e Castigo me condizem, porque,

Lobo da Estepe que sou, constantemente tenho Sonho de Uma Flauta,

e me sinto Sidartha subindo até A Montanha Mágica, a encontrar Fausto para um Diálogo sobre A Divina Comédia,

enquanto caminhamos sobre O Fio da Navalha.

Vou tomar o último gole das Vinhas da Ira,

ler o quarto capítulo de Vida (Keith Richards),

me voltar a Deus, um Delírio,

aquele Relojoeiro Cego!

E dormir com as Memórias de Minhas Putas Tristes.

Quiçá ter pesadelos com Cem Anos de Solidão ou temer O Amor nos tempos do Cólera.

Tenho Olhos de Cão Azul, e Ninguém Escreve ao Coronel.

Erendira e sua Avó Malvada se foram,

pela Trilogia Suja de Havana,

e resta ao Velho e o Mar,

apenas a Odisséia diária do amanhã.